terça-feira, 30 de junho de 2009

Michael Jackson (29/08/1958 - ∞ )


Este texto entra como uma vírgula na minha história da música, pois é impossível tentar deixar passar isso em branco.
Para quem viveu essa era da música a notícia da morte de Michael Jackson soou estranha, soou falsa, soou impossível.
Há muito tempo que Michael não fazia nada de realmente relevante para a música, há muito tempo que as notícias sobre ele eram sensacionalistas e há muito tempo que ele era uma figura estranha de se ver.
Mas Michael Jackson era o Deus do Pop! E só vai entender isso quem viveu o verdadeiro surgimento do Pop.
Michael Jackson inventou o videoclip, inventou o “breakdance”, enfiou solos de guitarra em músicas para dançar e ele fez um álbum que vendeu (até 2006), 104 milhões de cópias!
O que mudou para nós, mortais? Nada, absolutamente nada. Ou alguém acha que Michael Jackson faria outro álbum avassalador? Ou inventaria outra dança? E, até por isso mesmo, é de fato, impossível “matar” Michael Jackson.
Sem a breguice do “ele continuará vivo para sempre em sua obra...”, ele simplesmente continuará tão inacessível quanto antes, tão incapaz de superar sua obra prima quanto antes e tão Deus do Pop quanto antes.
E o dia 25 de junho de 2009 será rapidamente esquecido, ao som de Beat It!

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