sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Goo Goo Dolls - Let Love In

Este post é suspeito, já vou logo avisando, pois gosto muito do som deles, desde o primiero Cd que ouvi, gostei do álbum todo. Já tentei fazer coletânea de dois Cds e descobria que só deixava duas músicas de fora, não dá.

Mas na primeira escutada que dei no Let Love In, não gostei de primeira, achei um pouco fraco.Mas, aí veio um dia chuvoso, em casa, eu convertendo as músicas do álbum para o Ipod, e começa a rolar automaticamente o Cd. “Become”, a primeira, soou como se fosse a primeira vez que eu tivesse escutado, aí percebi que não havia escutado bem.

“Strange Love”, apesar de “B” é boa e aí entram “We´ll be here” e “Can´t Let It Go” e lá estavam eles novamente identificados. O Resgate de “Give Little Be” (Supertramp) poderia ter ficado ruim, mas ganhou identidade apesar de pouco diferente do original. “Listen” é “B”, e aí mais duas “A”, sendo a “Better Day” a “Iris” do CD. O Cd prossegue ótimo e finaliza com a música que dá nome ao álbum seguida da “Stay with You”, mais Goo Goo Dolls impossível.

Acreditem, este é o décimo álbum da banda, que nunca teve vida fácil e só estourou mesmo depois de muita persistência, no sexto álbum.

John Rzeznik (Guitarrista e Vocalista), Robby Takac (Baixista e Vocalista) e George Tutuska (baterista), lançaram os primeiros álbuns em 1989 (“Jed”) e 1990 (“Hold Me Up”). Mesmo com comentários positivos, a mistura de Punk, Rock e baladas, não sensibilizou os críticos.

Em 1993 eles lançam “Superstar Car Wash”, que os mantém no mesmo patamar dos anteriores e faz com que o baterista, George Tutuska, desanimado, avisar aos seus companheiros que está deixando o grupo.

Mike Malinin assume o lugar dele em 1995, e eles lançam “A Boy Named Goo”, enfim o primeiro sucesso comercial da banda, deixando marcado o estilo de baladas com guitarras melódicas e distorcidas que prevaleceria no som da banda.

Parece que o ex baterista era o “sapo enterrado”, pois eles foram convidados para participar da trilha sonora de “City of Angels “ e aí... bom e aí veio “Íris”, a música mais tocada nas rádios em 1998.

No mesmo ano lançam, pela Warner Bros., o clássico “Dizzy Up The Girl” que além do mega hit “Iris”, o álbum trazia outras canções de enorme repercussão como “Slide” e “Black Ballon” e com 3 indicações para o Grammy, ficam famosos no mundo inteiro.

Após uma coletânea (2001 – “Ego, Opinion Art & Commerce”) chega em 2002 o inédito "Gutterflower", considerado por muitos como uma espécie de continuação de "Dizzy Up the Girl", com composições tão fortes quanto as do disco anterior, reforçando o caminho de sucesso da banda.

Em 2004 eles comemoram este sucesso com um disco ao Vico “Live in Buffalo”, que mostra uma banda ao vivo com tanto pique quanto no estúdio e em 2006 chega o “Let Love In”, onde estamos.

Acho que tive dificuldades com este Cd pois esperava algo como o “Dizzy Up...” ou “Gutterflowers”. Sem comparar, “Let Love In” mantém a banda no Top do meu ouvido e merece ser escutado.

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