domingo, 30 de setembro de 2007

Audio Adrenaline - Until My Heart Caves In


Estranhei este Cd, pois raramente acontece isso de uma banda fazer ótimas baladas e péssimos "outros", pois é exatamente isso que acontece com o Audio Adrenaline. Para se ter uma idéia as duas primeiras músicas do CD parecem brincadeira, são inacreditavelmente ruins, a começar pelos nomes "Clap your Hands" (?!?!) e "Until My Heart Caves In" ("I am a Warrior", como assim ?!?!). Pule, apague, por mais que a curiosidade não deixe. Porém a partir daí o Cd começa a ficar bem melhor, podendo até ser classificado como bom. "King", "Melody" e "Starting Over" são ótimas, "Light of the Sun", também, e até os roquinhos que vem depois delas soam bem melhor, pois o problema real são as duas primeiras músicas, é sério, achei ser um erro gravíssimo de repertório !

Mas a coisa é tão estranha que tinha de haver alguma razão "maior" para tal despropósito, pois duvidei que um empresário/produtor de rock, deixasse isso passar, então, para completar, já que musicalmente falando, gosto de surpresas, fui pesquisar sobre a banda para postar aqui. Segue abaixo:

"Audio Adrenaline foi uma banda de rock cristão, formada por volta dos anos 1990, no Kentucky Christian College em Grayson, Kentucky, Estados Unidos. Junto com dc Talk e Newsboys, eles se tornaram rapidamente uma das bandas de pop rock Cristão de maior sucesso dos anos 1990. Eles são mais conhecidos pelo seu hit de 1993 "Big House" e são a atração principal no festival anual Creation Festival."

Então tá bom ! Ouví-los e mantê-los dentro dos meus parcos 30 Gb de Ipod mostra minha total e absoluta falta de preconceito musical. Apaguei as 2 primeiras músicas e mantive o CD !


sexta-feira, 21 de setembro de 2007

The Cure - The Top

Muitas vezes fico aqui correndo atrás de coisas novas e inéditas mas é sempre bom ter a reserva estratégica de coisas mais antigas. Fiz questão de postar este CD, pois é um trabalho que mostra bem o que é uma banda atemporal. O The Cure foi, sem dúvida, uma das bandas mais importantes da década de 80, mas na minha opinião é uma das bandas mais consistentes da história. O grande nome por trás disso tudo é Robert Smith. Nascido em Blackpool, Inglaterra, o vocalista é o criador de quase tudo que a banda gravou e único membro a nunca abandonar o The Cure. Montou o Easy Cure, em 1977, ao lado do baterista Lol Tolhurst, do baixista Michael Dempsey e do guitarrista Porl Thompson. Após uma experiência não muito agradável com a gravadora Hansa, gravaram o single “Killing An Arab”. Bob assumiu as guitarras e agora como trio, mudam o nome do grupo para The Cure.

No ano de 1979, foi lançado o ‘debut’ “Three Imaginary Boys”, que saiu nos Estados Unidos como “Boys Don’t Cry”, e acabou se tornando uma das composições mais famosas da banda. Dempsey, no entanto, resolveu deixar o The Cure e foi substituído por Simon Gallup.

O segundo trabalho “Seventeen Seconds” trouxe ainda mais popularidade para os ingleses e a música “A Forest” impulsionou as vendas do álbum em todo o mundo. Os discos seguintes são considerados grandes clássicos do Rock Gótico, “Faith” de 1981, e “Pornography”, de 1982, com os hits “A Strange Day”, “The Hanging Garden” e “Cold”.

No ano seguinte, Gallup anuncia a sua saída e a dupla Bob e Lol resolve dar um tempo no grupo. O vocalista faz algumas participações com o Siouxie and the Banshees e o The Cure só volta em 1984, com “The Top”, trazendo no line up Phil Tornalley no baixo e Andy Anderson na bateria.

Mas essa formação não duraria muito. Boris Willians, Porl Thompson e o antigo baixista, Simon Gallup integram o time e “The Head On The Door” chega ao topo das paradas nos EUA e na Inglaterra.

Uma coletânea de singles, intitulada “Standing on a Beach”, saiu em 1986 e o inédito “Kiss Me Kiss Me Kiss Me”, veio no ano seguinte e, além da faixa-título, também foram muito executadas ‘‘Why Can’t I Be You?’’ e “Catch” e “Just Like Heaven”.

Em 1989, o The Cure passou por momentos bons e ruins. O fato positivo foi “Disintegration”, álbum ovacionado pelos fãs e críticos. Por outro lado, Lol Tolhurst abandona o grupo e alimenta uma longa briga judicial com seu antigo companheiro Robert Smith, sendo substituído por Roger O’Donnell.

“Mixed Up”, um álbum de remixes saiu um ano depois e o inédito “Wish” colocava o The Cure de volta nas rádios com a pop “Friday I’m In Love”. Em 1993, o ao vivo “Show” chega às lojas e logo em seguida vem outro “Paris (Live)”.

Em 1996, “Wild Mood Swings” causa uma certa divisão entre os fãs devido ao experimentalismo presente em todas as composições. Mais uma coletânea de singles, dessa vez “Galore” foi lançada e para a surpresa geral, Robert Smith anuncia que o The Cure vai acabar. Como uma despedida para os fãs, gravam “Bloodflowers”, um disco no melhor estilo do The Cure, uma banda que marcou para sempre a história do Rock e que continua conquistando milhares de fãs em todo o mundo, mesmo após terem anunciado o seu fim.

O "The Top” não é, sem dúvida, o melhor trabalho da banda, mas para mim é o que melhor caracteriza a banda, pois, assim como o “Desintegration”, tem um pouco de tudo. Só um aviso aos navegantes: não se gosta mais ou menos do The Cure, então, se não gostou, não insista, espere um novo momento da sua vida, comece ouvindo o “The Head On the Door”, por exemplo, esse sim, bem mais fácil de gostar.

sábado, 15 de setembro de 2007

Tonic – Lemon Parade


Essa busca por coisas novas e desconhecidas dá um trabalho danado, mas a recompensa vale a pena. Ouvir uma banda boa que quase ninguém conhece, ter a certeza de que o carro ao lado não está ouvindo a mesma coisa que você vale a busca. Me deparei com este CD nem sei como, e tive a agradável surpresa. A banda não tem nada demais, é só um ótimo som, parecido com alguns que tem por aí. Mas ninguém conhece !! Quem gosta de Goo Goo Dolls, Matchbox 20 e outros no estilo, não deve deixar de ouvir. Aconselho as faixas “Casual Affair”, “If you could only see” e “Open Up You Eyes” exatamente as três primeiras deste Cd. Após isso, o Cd tem uma leve caída, mas dá pra deixar rolando ele todo sem problemas, pois a voz do cara é ótima e a sonoridade do Cd também. A banda formada em 1993, em Los Angeles, é composta por Emerson Hart (Guitarra e voz), Jeff Russo (guitarra), Dan Rothchild (baixo) e Kevin Shepard(bateria) e gravou este álbum em 1996, mas soa atual à beça. Em 2003 receberam dois Grammy na categoria de melhor grupo vocal de rock e melhor álbum de rock. Vale a conferida!

http://w13.easy-share.com/5400201.html

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Snow Patrol - Eyes Open


Fui ouvir este Cd por desencargo de consciência, já que a banda é muito falada e eu tinha escutado uma música e achado meio sem graça. Mas dessa vez ouvi com calma (graças a um sensacional engarrafamento) e gostei, ou melhor, gostei muito. “You are All I have” é muito boa, “Hands Open” tem força, “Shut Your Eyes”, é ótima e ainda há a “Open Your Eyes”, famosinha das pistas de dança, mas aqui, na versão original.

Como não podia deixar de ser, lá estou eu outra vez elogiando uma banda Irlandesa. Eles começaram em trio, formado por Gary Lightbody (voz e guitarra) Mark McClelland (baixo e teclados) e Jonny Quinn (bateria), lançaram seu primeiro álbum em 1998, e em 2001 ganharam o guitarrista Nathan Connolly que ajudou a trabalhar o CD Final Straw (2MM de cópias vendidas em sua terra natal). Em 2005 os sujeitos abriram os shows da turnê Vertigo do U2 na Europa e logo após veio este Cd aí de cima, “Eyes Open”, que alguns críticos consideraram um “épico”, pois acabou com um jejum de 13 anos em que nenhuma banda da U.K. figurou na lista dos Top 5 da Bilboard.

Conclusão: nada como ouvir um CD pelo menos duas vezes. Eyes Open é um ótimo Cd, de bom gosto e merece os elogios que recebeu.

The Magic Numbers - The Magic Numbers


Está aí uma bandinha diferente com um CD diferente. Não disse que é bom nem ruim, é diferente. Do início ao fim os instrumentos mantém a mesma sonoridade simples e básica, o vocal, duplo, de Romeo Stodarts e Angela Gannon, não se altera durante todo o CD. É como se houvesse uma preguiça musical, é como se fosse a mesma música do início ao fim.

Não disse que é ruim, nem bom, é diferente!

O líder, vocal e guitarrista, Romeo, e Michelle (baixo e vocais), sua irmã, nasceram em Trinidad e na adolescência se mudaram para New York e logo depois foram parar na Inglaterra, onde conheceram os também irmãos Sean (bateria) e Angela Gannon (percussão, metalofone e vocais) e aí estava a banda pronta para o sucesso. Portanto, The Magic Numbers é um quarteto inglês composto de dois irmãos e duas irmãs. O grupo foi formado em 2002, e em junho de 2005 lançou o aclamado álbum de estréia entitulado The Magic Numbers.

Tudo pode parecer simples, mas não é. Apesar de parecido o tempo todo o CD é complexo e tem melodias interessantes, sua sonoridade 60’s nos faz passear no tempo. Talvez seja essa a mágica dos números. Vale a escutada, principalmente nas ótimas "Love´s a Game" e "I See You, You See Me".

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